Programação completa e sinopses do 8º Fentepira

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1/11 – sexta-feira – 20h – Sesi Piracicaba
Espetáculo convidado Pai e Filho
Pequena Companhia de Teatro (Maranhão)
Livremente inspirada na obra Carta ao Pai de Franz, a peça propõe um diálogo sobre poder e submissão na família contemporânea, aspectos que se disseminam nas relações sociais. Por meio de uma linguagem crua e visceral, o grupo leva ao público a história de um homem que, aprisionado e oprimido pelo poder do pai, procura enfrentá-lo. Porém, seu discurso se reflete no pai como espelho, retornando para si e afastando qualquer possibilidade de harmonia ou ruptura da hierarquia familiar.
Duração: 50 minutos – Classificação: 14 anos

2/11 – sábado – 11h – Praça José Bonifácio       
Espetáculo convidado As 4 Chaves (abertura oficial)
Grupo Ventoforte (São Paulo)
Uma aventura poética que assume características de uma brincadeira de rua envolvendo grandes figuras com cerca de 2,1 metros de altura e a realização de desejos e sentimentos. Uma peça com música ao vivo e cirandas, em que o público descobre os desejos dos personagens, ajuda a construí-los e viaja o mundo para reencontra-los. Entre panos e música, crianças correm a terra, o mar, o dia e a noite e do céu.
Duração: 95 minutos – Classificação: livre

2/11 – sábado – 16h – Sesi Piracicaba
Espetáculo convidado Marcelo, Marmelo, Martelo e outras Histórias (infantil)
Cia Paulista de Artes (Jundiaí)
Marcelo questiona os nomes de tudo, deixando os pais sem resposta. Gabriela adora brincar na rua e “jogar” com as palavras, até o dia em que uma nova vizinha, a Terezinha, muda-se para a mesma rua. As duas, muito diferentes, têm que lidar com a nova situação. Há também o Caloca, o dono da bola de futebol, um garoto muito enjoado que quer sempre que tudo seja do seu jeito e, quando contrariado, para de jogar e leva a bola embora.
Duração: 55 minutos – Classificação: 12 anos

2/11 – domingo – 16h – Ponto Arte Garapa
Atividade paralela
 – Aula espetáculo com Ilo Krugli
Ilo Krugli, poeta argentino-judeu naturalizado brasileiro, criou uma poética dentro do teatro brasileiro. Discípulo de Federico Garcia Lorca, criou estímulos a toda corrente de intelectuais artistas da educação através da arte. E da influência de Lorca o Ventoforte herdou a mistura do erudito com o popular.
A aula conta com a descoberta de dramaturgias pessoais. Por meio de histórias, poesia e lembranças. Conduzidos por fatos históricos do mundo e da América Latina. E também por três músicos e cantores do Vento, e também atores, trechos de espetáculos em que as metáforas são mais latentes.
Inscrições: (19) 3124-1603 (Núcleo Universitário de Cultura)

2/11 – sábado – 20h – Teatro do Engenho
Mostra principal
Espetáculo B.O. – Uma Lenda Urbana Humana
Cia 6Dois (São Paulo)
Um adolescente preso numa unidade de segurança. Uma cela. Uma lacuna. Um menino. Um depoimento. Um recorte violento inspirado livremente no texto blecaute de Davey Anderson. Quatorze atores assumem essa “persona” adolescente e evidenciam uma personalidade que esta em plena efervescência de crescimento. Conduzindo o público ao intenso mergulho na mente destes jovens, dois narradores originais. Bullying, insegurança, desafeto, identidade, fazem uma espécie de raios-X da adolescência, filho-fruto destes tempos que vivemos.
Duração: 55 minutos – Classificação: 16 anos

3/11 – domingo – 16h – Teatro do Engenho
Espetáculo convidado Paulistinhas (infantil)
Lucila Novaes e Trovadores Mirins (São Paulo)
Projeto Diversão em Cena, da ArcelorMittal, apresenta Paulistinhas. Um espetáculo que retrata o universo infantil da música de São Paulo, compositores que nasceram no Estado e fizeram composições para crianças. No  palco, Trovadores Mirins e Lucila Novaes, num coral de 15 crianças prá lá de afinado e animado.
Duração: 60 minutos – Classificação: livre

3/11 – domingo – 20h – Teatro Unimep
Espetáculo convidado Ladeira da Memória ou Labirinto da Cidade
Grupo Ventoforte (São Paulo)
Januário engraxa sapatos de brancos, mouros e índios no Anhangabaú (Ladeira da Memória). Tem um cavalo. Ele vai a uma festa misteriosa no Centro, em busca de um cavalo alado. Entra num sonho. Enquanto isso, seus pais perderam as roupas e a casa, pois houve desabamento durante a chuva. Na saga de Januário, em que há uma amiga muda e seu amigo da classe média alta, há bandeirantes que cruzaram as trilhas do Eldorado, escravos, deuses e morte.
Duração: 110 minutos – Classificação: livre

4/11 – segunda-feira – 16h – Teatro do Engenho
Mostra principal
Espetáculo infantil 3 é bom, 2 é demais
Grupo Zibaldoni (Ribeirão Preto)
Napolino inicia seu mais novo trabalho e convida Bisgoio, seu desajeitado companheiro, para ajudá-lo na simples tarefa de contar uma história. Em meio a confusões, em vez de Bisgoio ajudar Napolino ele acaba por arruinar todo o trabalho e quase o enlouquece.  Apesar da relação direta de amor e ódio entre esses dois palhaços, fica claro que a amizade supera qualquer fracasso.
Duração: 60 minutos. Classificação: livre

4/11 – segunda-feira – 20h – Colégio Piracicabano
Atividade paralela
Espetáculo A Lira de Romeu e Julieta
Grupo Cochichonacoxia (Piracicaba)
A encenação se utiliza do espaço centenário do Centro Cultural Martha Watts, com suas janelas, varandas e arquitetura do século passado. O público é envolvido na representação e vê o espetáculo do lado de dentro da cena. O cenário, ao ar livre, cria todas as possibilidades para essa tragédia que, ainda hoje, toca os corações mais endurecidos.
Duração: 60 minutos. Classificação: livre.

5/11 – terça-feira – 8h – Alesp      
Atividade paralela
Participação dos artistas locais na audiência pública da Comissão de Educação e Cultura que discutirá o ProAC (Programa de Ação Cultural)

6/11 – quarta-feira – 11h – Praça José Bonifácio
Mostra principal
Espetáculo As Presepadas de Damião de como fez Fortuna, venceu o Diabo e enganou a Morte com as graças de Jesus Cristo
Honesta Cia. de Teatro (Campinas)
Damião é um homem muito pobre e amigo da vadiagem, mas também é esperto e tem bom coração. Certo dia ele e sua irmã, Cosma, recebem a visita de dois viajantes cansados, que lhes pedem algo para comer e beber. Damião acolhe com generosidade os viajantes, que revelam ser na verdade o Menino Jesus e seu tio São Pedro. Como retribuição pela acolhida, eles oferecem ao anfitrião o cumprimento de três pedidos.
Duração: 65 minutos. Classificação: livre

6/11 – quarta-feira – 20h – Teatro do Engenho
Mostra principal
Espetáculo 180 dias de Inverno
Cia Afeta (Belo Horizonte)
Baseado no texto “Minha Fantasma”, um diário real em que Nuno Ramos, um dos mais representativos artistas plásticos brasileiros da atualidade, narra os seis meses que passou cuidando de Sandra, sua esposa, uma mulher atormentada por uma depressão severa acompanhada de uma anorexia bulímica. O relato poético e apaixonado de um homem em sua batalha diária para salvar sua esposa e a si mesmo desse inimigo invisível. Um amor imenso e cansativo, que deve dizer a todo instante: eu quero você mesmo assim.
Duração: 60 minutos – Classificação: 16 anos

7/11 – quinta-feira – 16h – Teatro do Engenho
Mostra principal
Espetáculo O Rio
Teatro Didático da Unesp & Teatro de Brancaleone (São Paulo)
O Rio não é uma ilustração do poema homônimo de João Cabral de Melo Neto, mas uma criação autônoma onde o rio está subsumido à percepção do espectador que não o observa na cena, mas o intui por meio de um exaustivo e insistente caminhar de homens e bichos, de plantas e poeira. As imagens do poema transformaram-se em metáforas da condição humana diante de uma realidade seca de vida, mas vívida de significados.
Duração: 50 minutos – Indicação: 14 anos

7/11 – quinta-feira – 20h – Capelinha do Engenho Central
Mostra principal
Espetáculo Oração para um Pé de Chinelo
Grupo Gestus de Teatro (Piracicaba)
Rato e Dilma são acordados pela presença inesperada de Bereco, que os impede de sair. Mas ninguém sabe quem são verdadeiramente e, o que estão dispostos a fazer para conseguirem o que desejam.
Duração: 70 minutos – Classificação: 14 anos – Capacidade: 60 lugares

8/11 – sexta-feira – 20h – Ponto Arte Garapa
Mostra principal     
Espetáculo Curra – Temperos Sobre Medéia
Grupo Contadores de Mentira (Suzano)
Um terreiro, uma arena, um banquete, bebida, comida, pés descalços para celebrar o efêmero. Baseado nas tradições do corpo encontrado nos rituais profanos e religiosos do oriente, do maracatu, dos brincantes populares e nas tradições do candomblé e os mitos Orixás da Cultura Afro Brasileira. O público não é apenas expectador e é convidado para um “outro lugar”. Uma cozinha funciona durante todo o tempo, provocando relações sensoriais onde a dança, a comida, a música celebram o mito da Medéia.
Duração: 80 minutos – Classificação: 14 anos – Capacidade: 50 lugares

9/11 – sábado – 11h – Praça José Bonifácio
Mostra principal
Espetáculo Ópera do Trabalho
Grupo Buraco d`Oráculo (São Paulo)
Um musical épico-narrativo que questiona os modos de produção e as condições do universo do trabalho. De maneira cômica e crítica, foi estruturado de forma episódica, buscando a música e os ritmos populares como tônica da dramaturgia, criando situações, diálogos, distanciando ou envolvendo os espectadores. Uma ópera às avessas, que foge do bel canto e abusa de ritmos populares.
Duração: 60 minutos – Classificação: 14 anos

9/11 – sábado – 16h – Sesi Piracicaba     
Atividade paralela
Espetáculo O Menino que Mordeu Picasso (infantil)
Companhia Charge Produções Culturais (Atibaia)
Uma criança visita o ateliê de ninguém menos que Pablo Picasso (1881-1973): lá acontece o encontro da curiosidade do menino com a criatividade do grande artista e seu jeito especial de pintar e ver a vida por meio da arte. Muitas vezes, o garoto é o próprio Picasso quando jovem, idealista, um prodígio de voluntariedade e o talento que começa a brotar. A história, em essência, pode ser entendida a partir do próprio pintor: “Passei a vida tentando aprender a pintar como uma criança”.
Duração: 50 minutos – Classificação: livre

9/11 – sábado – 20h – Teatro do Engenho          
Mostra principal
Espetáculo Agda
Boa Companhia e Grupo Matula Teatro (Campinas)
Uma adaptação do conto homônimo de Hilda Hilst. A história da mulher que rompe tabus e provoca a ira da comunidade onde vive serve de metáfora para uma reflexão sobre o mundo contemporâneo, cuja lógica mercantilista e violenta não dá espaço à gentileza e ao cuidado, próprios do feminino. Para isso, a encenação serve-se de elementos de teatro e dança, transitando entre a prosa e a poesia, em um delicado jogo de construção e desconstrução de imagens e personagens.
Duração: 100 minutos – Classificação: 18 anos

10/11 – domingo – 16h – Teatro do Engenho
Atividade paralela
Espetáculo A Cortina da Babá (infantil)
Grupo Sobrevento (São Paulo)
Projeto Diversão em Cena ArcelorMittal apresenta A Cortina da Babá, que baseia-se em um texto da escritora inglesa Virginia Woolf e marca a primeira experiência do Sobrevento com o Teatro de Sombras. Para criar o espetáculo, o grupo trouxe ao Brasil Liang Jun, diretor da maior companhia de Teatro de Sombras da China. O espetáculo chega a uma ruptura com a técnica ortodoxa em prol de um estilo mais contemporâneo, por meio da utilização de diferentes suportes de projeção, materiais e fontes de luz.
Duração: 60 minutos – Classificação: livre

10/11 – domingo – 17h – Engenho Central (entre os Armazéns 7A e 7B)
Mostra principal
Espetáculo Júlia
Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado (Criciúma)
Júlia, uma mulher das ruas, vem chegando. Palheta, seu fiel escudeiro, a  conduz. Na bagagem, coisas do mundo, coisas da vida, tantas coisas. Entre realidade e ilusão há uma linha muito tênue, onde uma mulher sem pernas seria capaz de rodopiar. Esta dupla errante gira o mundo ou é o mundo quem os gira? Excluídos pelos excluídos, dizendo-se donos dos restos de um circo incendiado, Júlia e Palheta “se viram”. Não é fácil ter pernas!
Duração: 60 minutos – Classificação: livre

10/11 – domingo – 20h – Ponto Arte Garapa
Atividade paralela
Espetáculo Ara Pyau – Liturgia Para O Povo Invisível
Grupo de Teatro Girandolá (Francisco Morato)
Um jovem, à procura de suas origens, depara-se com um lugar habitado por um povo que vive camuflado com a Natureza. Uma narrativa que celebra o encontro do Teatro Girandolá com uma cultura milenar, a cultura Guarani.
Duração: 45 minutos – Classificação: 12 anos – Capacidade: 50 lugares

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